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Museus

Mesmo antes da elevação do FREVO a patrimônio imaterial da humanidade, já havia interesse e disponibilidade em salvaguardar o frevo, nem que fosse em suas características materiais como, por exemplo, as partituras, ou os discos que já haviam sido gravados com este ritmo.
Por isso, em finais da década de 1970, Hugo Martins, junto à Universidade Federal de Pernambuco criou o Museu do Frevo, no qual se previa a catalogação e arquivo de partituras, tendo sido, inclusive, impressas folhas pautadas com pentagramas para facilitar esta iniciativa. 
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Fotos: Carlos Dantas

Hoje o acervo acumulado de partituras originais faz parte do Museu do Frevo Levino Ferreira, do CEMCAPE.
Mas, depois do título de obtido pelo reconhecimento da Unesco, o frevo viu outras portas se abrirem para ele, e a sua importância reconhecida.
Prova disso é o Paço do Frevo, um museu interativo-casa de show localizado bem no - atual - centro nervoso do carnaval pernambucano, que é o bairro do Recife Antigo, bem na Praça do Arsenal. 
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Ambas instituições tem o espaço físico para visitação e pesquisa, além da disponibilização de alguns recursos de forma virtual, e é desta forma que encontramos também, outras ações que ajudam ao trabalho de valorização e divulgação do frevo, especialmente no que diz respeito às partituras e gravações.
Desta forma podemos acessar a sites como Catálogo On Line Bandas de Músicas de Pernambuco, que disponibiliza um sem-número de links e arquivos para o internauta ter acesso a muito material sobre o frevo, e o Frevos de Pernambuco, da Fundarpe. 

 
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